Notícias Na tarde do dia 03/03, durante a reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social da Prefeitura de Canoas, o Pró-Reitor de Desenvolvimento Luis Carlos Danesi entregou ao Prefeito Jairo Jorge um CD-ROM com o relatório da primeira fase de estudos realizados pelo Unilasalle no Parque Municipal Guajuviras, área de 558 hectares considerada um importânite reduto de vegetação e de diversas espécies da fauna da cidade de Canoas. O relatório entregue contém a primeira etapa do trabalho de Zoneamento Ambiental realizado por pesquisadores do Mestrado em Avaliação de Impactos Ambientais e do Curso de Graduação em Ciências Biológicas do Unilasalle. O trabalho garantirá a redução dos impactos ambientais na área, onde serão construídos um parque empresarial e um presídio para a cidade de Canoas. “Nosso trabalho é determinar, dentro desses mais de 500 hectares, o que pode ser destinado à construção e o que deve ser considerado área de preservação ambiental” explica o Coordenador do Curso de Ciências Biológicas, Prof. Jairo Luis Candido. Um dia antes da entrega do primeiro relatório, o Vice-Reitor Ir. Cledes Casagrande recebeu o Secretário Municipal de Meio Ambiente de Canoas, Celso Barônio e o Secretário Adjunto, Manuel Marcos para a assinatura do convênio que formaliza a parceria do Unilasalle como instituição responsável pela realização do Zoneamento Ambiental da Fazenda Guajuviras. Além da entrega de relatórios técnicos, o convênio também prevê a realização de projetos de pesquisa e extensão na área de preservação ambiental, realizados por acadêmicos dos cursos de Graduação em Ciências Biológicas e Mestrado em Avaliação de Impactos Ambientais. “Será uma oportunidade ímpar para nossos acadêmicos aprimorarem seus conhecimentos participando de projetos que irão garantir a preservação ambiental e evitar a exploração ilegal da área”, comentou o Coordenador do Curso de Ciências Biológicas, Prof. Jairo Luis Candido. FONTE: Unilasalle Canoas - http://www.unilasalle.edu.br/canoas/pagina.php?id=3803
segunda-feira, 11 de abril de 2011
Fazenda Guajuviras e a possibilidade de um Jardim Botânico em Canoas
Notícias Na tarde do dia 03/03, durante a reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social da Prefeitura de Canoas, o Pró-Reitor de Desenvolvimento Luis Carlos Danesi entregou ao Prefeito Jairo Jorge um CD-ROM com o relatório da primeira fase de estudos realizados pelo Unilasalle no Parque Municipal Guajuviras, área de 558 hectares considerada um importânite reduto de vegetação e de diversas espécies da fauna da cidade de Canoas. O relatório entregue contém a primeira etapa do trabalho de Zoneamento Ambiental realizado por pesquisadores do Mestrado em Avaliação de Impactos Ambientais e do Curso de Graduação em Ciências Biológicas do Unilasalle. O trabalho garantirá a redução dos impactos ambientais na área, onde serão construídos um parque empresarial e um presídio para a cidade de Canoas. “Nosso trabalho é determinar, dentro desses mais de 500 hectares, o que pode ser destinado à construção e o que deve ser considerado área de preservação ambiental” explica o Coordenador do Curso de Ciências Biológicas, Prof. Jairo Luis Candido. Um dia antes da entrega do primeiro relatório, o Vice-Reitor Ir. Cledes Casagrande recebeu o Secretário Municipal de Meio Ambiente de Canoas, Celso Barônio e o Secretário Adjunto, Manuel Marcos para a assinatura do convênio que formaliza a parceria do Unilasalle como instituição responsável pela realização do Zoneamento Ambiental da Fazenda Guajuviras. Além da entrega de relatórios técnicos, o convênio também prevê a realização de projetos de pesquisa e extensão na área de preservação ambiental, realizados por acadêmicos dos cursos de Graduação em Ciências Biológicas e Mestrado em Avaliação de Impactos Ambientais. “Será uma oportunidade ímpar para nossos acadêmicos aprimorarem seus conhecimentos participando de projetos que irão garantir a preservação ambiental e evitar a exploração ilegal da área”, comentou o Coordenador do Curso de Ciências Biológicas, Prof. Jairo Luis Candido. FONTE: Unilasalle Canoas - http://www.unilasalle.edu.br/canoas/pagina.php?id=3803
segunda-feira, 3 de maio de 2010
'Presídio trará a sonhada preservação ambiental para Fazenda Guajuviras'
Jairo Jorge subiu ao palco e relatou à população que desde a década de 90 se luta para que as autoridades e ambientalistas cuidem do local. “Em 21 anos o que se viu foi a degradação da Fazenda Guajuviras. Lá tem um lixão, ocupação irregular de terras. O projeto do presídio e do distrito industrial prevê além do progresso a total preservação das nascentes e da mata nativa” explicou.
De acordo com informações da Secretaria Geral de Governo o projeto arquitetônico do presídio prevê total harmonia e entrosamento com meio ambiente. O prefeito de Canoas anunciou ainda que o arquiteto e ex-prefeito de Curitiba Jaime Lerner fará o projeto paisagístico priorizando a preservação do ambiente. O investimento será R$ 500 mil por parte do governo do estado e de R$250 mil da prefeitura.
Durante a audiência pública a equipe da Fundação Estadual de Proteção Ambiental - Fepam – se manifestou observando que a área está degradada e que as obras previstas para a área não vão comprometer a questão ambiental.
Taís Dal Ri
Secretaria de Comunicação
18:24 - sexta-feira, 23 de abril de 2010
http://www.canoas.rs.gov.br/Site/Noticias/Noticia.asp?notid=9194
segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010
Fazenda Guajuviras serve de abrigo para a natureza

Jornal Diário de Canoas - terça-feira, 9 de fevereiro de 2010 - 09h51
Eucaliptos existentes poderão ser substituídos por mata nativa.
Em tempos de aquecimento global e de fortes mudanças climáticas, a área verde do Parque Municipal Fazenda Guajuviras, no bairro de mesmo nome, cumpre funções ambientais estratégicas para Canoas. Pulmão-verde e refúgio para animais silvestres, o local foi recentemente escolhido para a construção de um presídio, em parceria com o governo do Estado, além do já previsto distrito industrial. Consideradas de baixo impacto ao meio ambiente, as duas iniciativas deverão garantir financeiramente a preservação da mata nativa.
Na área de 558 hectares predominam os eucaliptos remanescentes da plantação comercial que existia à época da desapropriação da fazenda, em 1973. De acordo com o engenheiro agrônomo da Secretaria do Meio Ambiente, Fernando Ferrari Sobrinho, existe a proposta de substituir estas árvores por vegetação nativa, já que o eucalipto não atrai a fauna nem permite o crescimento de outras plantas. Mas em um passeio pelo parque é fácil identificar outras espécies, como figueiras, guajuviras, timabúvas (árvore símbolo de Canoas), umbus, aroeiras, jacarandás e guarapurus. ‘‘Temos um banco de sementes muito rico’’, afirma Ferrari.
REFÚGIO - Da mesma forma, a área, em meio ao ambiente urbano, torna-se um refúgio para pássaros diversos (garças, marrecas, anu-brancos, gaviões e joão-de-barro) e aves migratórias que passam por Canoas e são atraídas pelos banhados da fazenda.
Além das áreas alagadiças, o parque possui açude e diversas nascentes de água que abastecem os arroios Brigadeira e Araçá. Também os charcos (áreas de água estagnada em meio às árvores), que têm a tarefa de reter a chuva em períodos de abundância são importantes para equilibrar o ecossistema.
Município deseja criar parque natural
Um dos principais planos da Prefeitura para a Fazenda Guajuviras é o de assegurar sua transformação em Área de Proteção Ambiental (APA). ‘‘Atualmente, o parque está desprotegido, aberto à possibilidade de ocupação e de degradação’’, comenta o prefeito Jairo Jorge. Para evitar a exploração ilegal do espaço, ele pretende viabilizar a criação de um parque natural, que compreenderá 258 hectares. ‘‘Esta é uma das maiores áreas verdes da Grande Porto Alegre’’, destaca. Neste sentido, uma intenção é implantar locais de convivência e para realização de atividades de lazer, culturais e esportivas.
Da área restante, o prefeito afirma que 50 hectares serão destinados para o complexo penitenciário. Outros 250 hectares estão reservados ao pólo industrial de alta tecnologia. ‘‘Mesmo na área empresarial, a ideia é preservar a área natural, criando um local harmônico entre tecnologia e natureza. O parque empresarial ajudará a manter o parque natural’’, ressalta.
Marcos Merker/Da Redação
Foto: Luciano Bergamaschi/GES
sábado, 11 de julho de 2009
...quando o último rio tiver secado...
Em vista da necessidade de estabelecer estes objetivos locais representantes da comunidade canoense participam de diversas formas no Projeto do Rio Guri, chamando a atenção para o cuidado com o Arroio Araçá ao longo de seu curso - da fazenda Guajuviras até o Canal das Garças. Em um destes atos, na nascente principal do Arroio Araçá, dentro da 15ª Romaria das águas, em 2008, foram tiradas fotos e em tres meses o local já se encontrava alterado. Leia a publicação do relatório resultante após a constatação do fato por integrantes do projeto.

Em outubro de 2008 acontecia a 15ª Romaria das Águas e integrantes do Projeto Arroio Araçá: Nosso Rio Guri participavam com as águas de sua nascente neste movimento espiritual, ecológico, social e cultural em defesa dos mananciais, na Beira do Guaíba. Enquanto isto o local da nascente deste arroio estava sendo desmatado, tendo sido atingindo o início de seu percurso. O local onde a três meses atrás a comunidade havia estado fazendo orações e pedindo proteção esteve perto de ser completamente devastado.
Agora em 2009, um ano depois, a comunidade retorna para insistir no cuidado e respeito com a natureza, fazendo nova coleta na 16ª Romaria das Águas.
Quando a última árvore tiver caído,
...quando o último rio tiver secado,
...quando o último peixe for pescado,
...vocês vão entender que dinheiro não se come.
Provérbio Indígena